Auto+avalia+ação=?

Auto+avalia+ação=?

A junção dessas três palavras traz a ideia de um processo pelo qual é possível envolver e analisar todos aqueles que estão envolvidos na aprendizagem dos alunos: educadores, familiares, os próprios alunos e, até mesmo, outros profissionais presentes em uma escola enquanto instituição. 

Para entendê-la melhor: auto, prefixo que significa por si só, por si mesmoavalia, verbo que significa determinar valor a algo ou a alguém, julgar e ação, substantivo que significa executar um determinado procedimento, ter certo comportamento. Juntando tudo autoavaliação, que na prática não é uma equação tão fácil assim. 

Autoavaliação exige reflexão, dinamismo, vontade de mudar a forma de, simplesmente, “dar uma nota” ao aluno. Envolve repensar o papel do aluno e do professor. Permite o desenvolvimento da responsabilidade de nossos alunos perante seu próprio esforço e atitude durante a aprendizagem de algum conteúdo. 

Que tal descobrir outras características da autoavaliação na educação? Para isso é só clicar aqui e aprender. E se quiser ainda mais informação, convidamos você a assistir a aula completa do Prof. Dr. Eri Lima da nossa Formação Metodologias Ativas no Ensino Híbrido – Novos Caminhos. O curso é gratuito, aberto a todos os interessados e ainda conta com certificação de 40h.  Clique aqui e participe. 

Pode contar! Storytelling como estratégia de engajamento na educação

Pode contar! Storytelling como estratégia de engajamento na educação

Despertar a curiosidade, criar conexões com alunos e fazer com que a sua aula seja lembrada. Essa é uma das vantagens, e o por que, em se utilizar o Storytelling pedagogicamente, segundo Fernando Palácios, um dos maiores especialistas do assunto do Brasil.  

E apesar de na teoria parecer simples, muitas vezes na prática não se sabe ao certo como fazer isso. É natural que muitos professores imaginem que é preciso muita técnica e criatividade para se criar e contar uma história, mas muitas vezes é preciso apenas acreditar nque você está contando, ter entusiasmo, interesse e empolgação, além de usar muitos gestos para envolver o seu público. Essa, inclusive, é uma forma de treinar a criatividade e fazer com que inserir o Storytelling fique mais natural.  

Storytelling é a ação de contar histórias, com os elementos de uma narrativa: personagens, espaço, tempo, conflito, fazendo com que os alunos fiquem curiosos e se envolvam com o que está sendo narrado.  

Assim como nesse texto, uma das formas de estruturar uma boa história é respondendo O que? Como? E Por que? Essa estrutura vem do conceito do círculo dourado, de Simon SenekQuer entender mais sobre o círculo? Clique aqui e saiba mais. 

Para se aprofundar no assunto e assistir a aula completa do Fernando Palácios, participe da nossa Formação Metodologias Ativas no Ensino Híbrido – novos caminhos. O curso é gratuito, aberto a todos os interessados e ainda conta com certificação de 40h.  

Cultura Maker: fazer para aprender

Cultura Maker: fazer para aprender

O que os verbos consertar, fazer, modificar, construir e fabricar tem em comum? Antes de responder a essa pergunta, pense no quanto o mundo tem se modificado… Agora tudo (ou quase tudo) é digital, virtual ou atraente. As mudanças acontecem tão rápido que muitas vezes nem vemos o tempo passar e ensinar nossos alunos tem ficado cada vez mais desafiador. 

Logo, não dá mais para permitirmos que os estudantes fiquem como expectadores de meros conteúdos. É preciso por a mão na massa, querer sanar a curiosidade, criar experiências. Isso tudo é cultura maker! 

Responda às perguntas e descubra se você é um maker: 

Você, durante a sua vida, já desmontou algum objeto para ver como ele era dentro? 

Você, sabe o que é ou já fez uma “gambiarra” para consertar algo? 

Palitos de sorvete e copos descartáveis são muito mais do que suportes de sorvete e água?  

Em uma aula de Geografia, quando o professor fala do planeta Terra, você pensa em várias maneiras de representá-lo, utilizando materiais diversos?  

Se o seu chinelo de dedos, daquela marca famosa, arrebenta, você conserta ao invés de jogar fora?  

Se você respondeu sim para 2 ou mais perguntas, provavelmente, você seja daquelas pessoas que, literalmente, colocam a “mão na massa” para consertar ou resolver um problema. E muito provavelmente você teve ajuda de algum professor ao longo da vida para desenvolver essas competências makerpensamento complexo, construção colaborativa, curiosidade artístico-científica e intenção criativa. Para saber mais sobre essas competências e também sobre o tema cultura maker, participe da nossa Formação Metodologias Ativas no Ensino Híbrido – novos caminhos! Na primeira aula, tivemos um papo muito bacana com o Bruno Bruno Ferrari, diretor de inovação do Nave à Vela, e a Thais Eastwood, articuladora da Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa. Clique aqui e saiba mais.  

Além disso, aproveite para conhecer um pouquinho mais dos materiais indicados pelos nossos super profs.  

Descubra 5 métodos Maker para estimular competências de inovação maker , clicando aqui

Portal de Volta as Aulas da RBAC. 

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