Pode contar! Storytelling como estratégia de engajamento na educação

Pode contar! Storytelling como estratégia de engajamento na educação

Despertar a curiosidade, criar conexões com alunos e fazer com que a sua aula seja lembrada. Essa é uma das vantagens, e o por que, em se utilizar o Storytelling pedagogicamente, segundo Fernando Palácios, um dos maiores especialistas do assunto do Brasil.  

E apesar de na teoria parecer simples, muitas vezes na prática não se sabe ao certo como fazer isso. É natural que muitos professores imaginem que é preciso muita técnica e criatividade para se criar e contar uma história, mas muitas vezes é preciso apenas acreditar nque você está contando, ter entusiasmo, interesse e empolgação, além de usar muitos gestos para envolver o seu público. Essa, inclusive, é uma forma de treinar a criatividade e fazer com que inserir o Storytelling fique mais natural.  

Storytelling é a ação de contar histórias, com os elementos de uma narrativa: personagens, espaço, tempo, conflito, fazendo com que os alunos fiquem curiosos e se envolvam com o que está sendo narrado.  

Assim como nesse texto, uma das formas de estruturar uma boa história é respondendo O que? Como? E Por que? Essa estrutura vem do conceito do círculo dourado, de Simon SenekQuer entender mais sobre o círculo? Clique aqui e saiba mais. 

Para se aprofundar no assunto e assistir a aula completa do Fernando Palácios, participe da nossa Formação Metodologias Ativas no Ensino Híbrido – novos caminhos. O curso é gratuito, aberto a todos os interessados e ainda conta com certificação de 40h.  

Cultura Maker: fazer para aprender

Cultura Maker: fazer para aprender

O que os verbos consertar, fazer, modificar, construir e fabricar tem em comum? Antes de responder a essa pergunta, pense no quanto o mundo tem se modificado… Agora tudo (ou quase tudo) é digital, virtual ou atraente. As mudanças acontecem tão rápido que muitas vezes nem vemos o tempo passar e ensinar nossos alunos tem ficado cada vez mais desafiador. 

Logo, não dá mais para permitirmos que os estudantes fiquem como expectadores de meros conteúdos. É preciso por a mão na massa, querer sanar a curiosidade, criar experiências. Isso tudo é cultura maker! 

Responda às perguntas e descubra se você é um maker: 

Você, durante a sua vida, já desmontou algum objeto para ver como ele era dentro? 

Você, sabe o que é ou já fez uma “gambiarra” para consertar algo? 

Palitos de sorvete e copos descartáveis são muito mais do que suportes de sorvete e água?  

Em uma aula de Geografia, quando o professor fala do planeta Terra, você pensa em várias maneiras de representá-lo, utilizando materiais diversos?  

Se o seu chinelo de dedos, daquela marca famosa, arrebenta, você conserta ao invés de jogar fora?  

Se você respondeu sim para 2 ou mais perguntas, provavelmente, você seja daquelas pessoas que, literalmente, colocam a “mão na massa” para consertar ou resolver um problema. E muito provavelmente você teve ajuda de algum professor ao longo da vida para desenvolver essas competências makerpensamento complexo, construção colaborativa, curiosidade artístico-científica e intenção criativa. Para saber mais sobre essas competências e também sobre o tema cultura maker, participe da nossa Formação Metodologias Ativas no Ensino Híbrido – novos caminhos! Na primeira aula, tivemos um papo muito bacana com o Bruno Bruno Ferrari, diretor de inovação do Nave à Vela, e a Thais Eastwood, articuladora da Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa. Clique aqui e saiba mais.  

Além disso, aproveite para conhecer um pouquinho mais dos materiais indicados pelos nossos super profs.  

Descubra 5 métodos Maker para estimular competências de inovação maker , clicando aqui

Portal de Volta as Aulas da RBAC. 

Sala de Aula Invertida: saiba mais sobre a metodologia e confira três livros para aprofundar o conhecimento

Hoje podemos dizer que o conhecimento está, literalmente, em nossas mãos. Qualquer pessoa com acesso à internet pode pesquisar sobre os mais variados assuntos. Por isso, os professores têm mudado de papel, deixando de ser o detentor, para se tornar o mediador do processo de ensino aprendizagem. E para que isso se torne realidade, as metodologias ativas têm sido grandes aliadas da educação, principalmente neste momento de ensino remoto e híbrido.

Dentre elas, está a Sala de Aula Invertida, tema da primeira aula da Formação On-line Metodologias Ativas no Ensino Híbrido, realizada pelo Projeto Ler e Pensar. De acordo com o professor José Motta Filho, que foi o convidado para discutir o tema, a sala de aula invertida propõe justamente a inversão do modelo de ensino. “Busca romper com um formato que é voltado apenas para aulas expositivas, em que os alunos estão passivos em sala assistindo ao protagonismo do professor, promovendo uma participação mais ativa e colaborativa dos alunos antes, durante e após o consumo de determinado conteúdo. Tudo isso mediado pelo professor, que agora se coloca no papel de mediador do conhecimento, facilitador dos processos de contato do aluno com os tópicos das aulas, curador de conteúdos para o estudo prévio dos alunos, uma espécie de coach ao pensar que o professor também deve se interessar em ajudar a construir o projeto de vida do seu aluno. Isso está muito claro, na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) como sendo uma das competências gerais a serem alcançadas com os alunos na escola”, explica Motta.

Que conhecer mais sobre essa metodologia? Confira três livros que podem te ajudar:

Autores: Jonathan Bergmann, Aaron Sams

Editora: LTC

Resumo: “Dar a mesma aula quatro, seis e até oito vezes, em um só dia, para turmas diferentes. Que professor nunca passou por isso? Quem conseguiu manter, em todas as exposições, a mesma energia e entusiasmo? E a aula sempre alcançou os objetivos planejados? Em cada turma, alguns alunos certamente não entenderam uma parte da explicação e vários podem ter perdido algo do que foi dito. Mas na aula não há um botão de “pausa” nem é possível “voltar” um trecho para rever o assunto. É comum que, ao fazer as tarefas de casa, surjam as dúvidas – mas o professor já não está lá para apoiar. A obra Sala de Aula Invertida ajuda a superar esses desafios. A ideia central é que o aluno assista previamente às principais explicações gravadas pelo professor ou estude o material indicado. O encontro presencial passa a ser a oportunidade para esclarecer dúvidas, realizar atividades, trocar conhecimentos e fixar a aprendizagem. O sucesso da Sala de Aula Invertida na educação básica e superior, em escolas e universidades de diversos países do mundo – incluindo instituições de referência como Harvard e MIT – confirma que esse modelo chegou para revolucionar a relação dos alunos com o conhecimento. Neste livro, os criadores do conceito explicam como usar adequadamente a metodologia e as tecnologias associadas, obtendo mais autonomia, mais motivação e melhor desempenho.”

Autor: Jonathan Bergmann

Editora: Penso

Resumo: “O dever de casa é uma oportunidade para continuar aprendendo depois que o sinal da escola toca. De que modo os professores podem mudar a maneira como os alunos veem essa atividade e assegurar-se de que eles ainda se beneficiem com o conhecimento adicional? É simples: invertendo a aprendizagem! Neste livro, Jonathan Bergmann, um dos pioneiros do método Flipped Classroom, discute o motivo pelo qual o dever de casa tradicional causa tanta frustração nos estudantes. Além de elucidar o aumento da capacidade de aprendizagem por meio do dever de casa invertido, o autor sugere atividades engajadoras que tornam os estudantes participantes ativos na experiência de sala de aula.”

3-      Guia para utilização da aprendizagem invertida no ensino superior

Autor: Robert Talbert

Editora: Penso

Resumo: “Neste livro, a aprendizagem invertida (flipped learning) é apresentada por Robert Talbert de maneira acessível, prática e com foco no ensino superior. Além de ser um guia para aqueles que querem começar a inverter suas aulas, esta obra descreve estruturas e estratégias para que professores planejem melhor suas aulas e tornem a aprendizagem invertida uma parte permanente de suas práticas de ensino, tanto em disciplinas presenciais quanto a distância.”

Ficou interessado pela Formação? Deixe seu nome para participar da lista de espera da próxima turma gratuita.

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