Cultura Maker: fazer para aprender

Cultura Maker: fazer para aprender

O que os verbos consertar, fazer, modificar, construir e fabricar tem em comum? Antes de responder a essa pergunta, pense no quanto o mundo tem se modificado… Agora tudo (ou quase tudo) é digital, virtual ou atraente. As mudanças acontecem tão rápido que muitas vezes nem vemos o tempo passar e ensinar nossos alunos tem ficado cada vez mais desafiador. 

Logo, não dá mais para permitirmos que os estudantes fiquem como expectadores de meros conteúdos. É preciso por a mão na massa, querer sanar a curiosidade, criar experiências. Isso tudo é cultura maker! 

Responda às perguntas e descubra se você é um maker: 

Você, durante a sua vida, já desmontou algum objeto para ver como ele era dentro? 

Você, sabe o que é ou já fez uma “gambiarra” para consertar algo? 

Palitos de sorvete e copos descartáveis são muito mais do que suportes de sorvete e água?  

Em uma aula de Geografia, quando o professor fala do planeta Terra, você pensa em várias maneiras de representá-lo, utilizando materiais diversos?  

Se o seu chinelo de dedos, daquela marca famosa, arrebenta, você conserta ao invés de jogar fora?  

Se você respondeu sim para 2 ou mais perguntas, provavelmente, você seja daquelas pessoas que, literalmente, colocam a “mão na massa” para consertar ou resolver um problema. E muito provavelmente você teve ajuda de algum professor ao longo da vida para desenvolver essas competências makerpensamento complexo, construção colaborativa, curiosidade artístico-científica e intenção criativa. Para saber mais sobre essas competências e também sobre o tema cultura maker, participe da nossa Formação Metodologias Ativas no Ensino Híbrido – novos caminhos! Na primeira aula, tivemos um papo muito bacana com o Bruno Bruno Ferrari, diretor de inovação do Nave à Vela, e a Thais Eastwood, articuladora da Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa. Clique aqui e saiba mais.  

Além disso, aproveite para conhecer um pouquinho mais dos materiais indicados pelos nossos super profs.  

Descubra 5 métodos Maker para estimular competências de inovação maker , clicando aqui

Portal de Volta as Aulas da RBAC. 

Sala de Aula Invertida: saiba mais sobre a metodologia e confira três livros para aprofundar o conhecimento

Hoje podemos dizer que o conhecimento está, literalmente, em nossas mãos. Qualquer pessoa com acesso à internet pode pesquisar sobre os mais variados assuntos. Por isso, os professores têm mudado de papel, deixando de ser o detentor, para se tornar o mediador do processo de ensino aprendizagem. E para que isso se torne realidade, as metodologias ativas têm sido grandes aliadas da educação, principalmente neste momento de ensino remoto e híbrido.

Dentre elas, está a Sala de Aula Invertida, tema da primeira aula da Formação On-line Metodologias Ativas no Ensino Híbrido, realizada pelo Projeto Ler e Pensar. De acordo com o professor José Motta Filho, que foi o convidado para discutir o tema, a sala de aula invertida propõe justamente a inversão do modelo de ensino. “Busca romper com um formato que é voltado apenas para aulas expositivas, em que os alunos estão passivos em sala assistindo ao protagonismo do professor, promovendo uma participação mais ativa e colaborativa dos alunos antes, durante e após o consumo de determinado conteúdo. Tudo isso mediado pelo professor, que agora se coloca no papel de mediador do conhecimento, facilitador dos processos de contato do aluno com os tópicos das aulas, curador de conteúdos para o estudo prévio dos alunos, uma espécie de coach ao pensar que o professor também deve se interessar em ajudar a construir o projeto de vida do seu aluno. Isso está muito claro, na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) como sendo uma das competências gerais a serem alcançadas com os alunos na escola”, explica Motta.

Que conhecer mais sobre essa metodologia? Confira três livros que podem te ajudar:

Autores: Jonathan Bergmann, Aaron Sams

Editora: LTC

Resumo: “Dar a mesma aula quatro, seis e até oito vezes, em um só dia, para turmas diferentes. Que professor nunca passou por isso? Quem conseguiu manter, em todas as exposições, a mesma energia e entusiasmo? E a aula sempre alcançou os objetivos planejados? Em cada turma, alguns alunos certamente não entenderam uma parte da explicação e vários podem ter perdido algo do que foi dito. Mas na aula não há um botão de “pausa” nem é possível “voltar” um trecho para rever o assunto. É comum que, ao fazer as tarefas de casa, surjam as dúvidas – mas o professor já não está lá para apoiar. A obra Sala de Aula Invertida ajuda a superar esses desafios. A ideia central é que o aluno assista previamente às principais explicações gravadas pelo professor ou estude o material indicado. O encontro presencial passa a ser a oportunidade para esclarecer dúvidas, realizar atividades, trocar conhecimentos e fixar a aprendizagem. O sucesso da Sala de Aula Invertida na educação básica e superior, em escolas e universidades de diversos países do mundo – incluindo instituições de referência como Harvard e MIT – confirma que esse modelo chegou para revolucionar a relação dos alunos com o conhecimento. Neste livro, os criadores do conceito explicam como usar adequadamente a metodologia e as tecnologias associadas, obtendo mais autonomia, mais motivação e melhor desempenho.”

Autor: Jonathan Bergmann

Editora: Penso

Resumo: “O dever de casa é uma oportunidade para continuar aprendendo depois que o sinal da escola toca. De que modo os professores podem mudar a maneira como os alunos veem essa atividade e assegurar-se de que eles ainda se beneficiem com o conhecimento adicional? É simples: invertendo a aprendizagem! Neste livro, Jonathan Bergmann, um dos pioneiros do método Flipped Classroom, discute o motivo pelo qual o dever de casa tradicional causa tanta frustração nos estudantes. Além de elucidar o aumento da capacidade de aprendizagem por meio do dever de casa invertido, o autor sugere atividades engajadoras que tornam os estudantes participantes ativos na experiência de sala de aula.”

3-      Guia para utilização da aprendizagem invertida no ensino superior

Autor: Robert Talbert

Editora: Penso

Resumo: “Neste livro, a aprendizagem invertida (flipped learning) é apresentada por Robert Talbert de maneira acessível, prática e com foco no ensino superior. Além de ser um guia para aqueles que querem começar a inverter suas aulas, esta obra descreve estruturas e estratégias para que professores planejem melhor suas aulas e tornem a aprendizagem invertida uma parte permanente de suas práticas de ensino, tanto em disciplinas presenciais quanto a distância.”

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Aquecimento global: riscos catastróficos ou exagero conspiratório

Olá! O vídeo do Gazeta Explica fala sobre o aquecimento global. Tendo em vista que uma das habilidades previstas na BNCC em matemática para o 4º ano é “reconhecer temperatura como grandeza e o grau Celsius como unidade de medida a ela associada e utilizá-lo em comparações de temperaturas em diferentes regiões do Brasil ou no exterior ou, ainda, em discussões que envolvam problemas relacionados ao aquecimento global”, verifiquem, usando aplicativos ou sites de previsão do tempo, as temperaturas em diferentes lugares do Brasil e do mundo, no mesmo tempo. Qual o motivo delas serem diferentes? O quanto mais quente é um lugar comparando a outro? Quais são as outras escalas de medida de temperatura? Peça para que os alunos, em grupos, façam uma pesquisa sobre a temperatura de algum país, comparando com o Brasil e apresentem para toda a turma.

Mostra de Profissões da Universidade Positivo tira dúvidas sobre cursos superiores

Olá! A notícia de hoje é sobre a mostra de profissões que acontecerá em Curitiba. A Competência Geral 6 da BNCC, aborda sobre as escolhas do mundo do trabalho, alinhadas à cidadania e ao projeto de vida dos alunos. Sendo assim, que tal levar a turma para uma mostra de profissões promovida por alguma instituição de ensino superior da sua região? Caso não seja possível essa visita, vocês ainda podem conversar sobre as profissões existentes, falando, inclusive, sobre os profissionais do futuro e quais são as habilidades necessárias. Peça para que os alunos falem sobre seus desejos para o futuro, a fim de tentar descobrir qual profissão eles se sentiriam realizados exercendo.

Arquiteto e designer instalam gangorras na fronteira EUA-México para questionar muro entre países

Olá! A matéria de hoje é sobre as gangorras que foram instaladas na fronteira dos Estados Unidos com o México. Tendo em vista que algumas habilidades específicas de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas para Ensino Médio são analisar processos políticos, econômicos e sociais, de forma a compreender e posicionar-se em relação a eles, bem como compreender o papel geopolítico dos Estados-Nações, problematize: quais são os principais conflitos dos tempos atuais entre essas duas nações? Historicamente, por que eles ocorrem? Qual simbolismo esse brinquedo instalado pode passar? Façam um debate em sala, refletindo sobre as formações de territórios e fronteiras e a relação de poder das nações.

Conheça o tradicional ritual etíope de preparar e servir café

Olá! A matéria de hoje mostra o ritual do café servido na Etiópia. Sabendo que uma das habilidades previstas em Geografia, para o 2º ano do Ensino Fundamental é “comparar costumes e tradições de diferentes populações inseridas no bairro ou comunidade em que vive, reconhecendo a importância do respeito às diferenças.” Problematize: O que são tradições? Por que elas são importantes para a memória de um grupo de pessoas? Pergunte aos alunos se eles conhecem alguma tradição de suas famílias ou da região em que moram. Comente de algumas tradições do Paraná, como a do chimarrão em alguns locais, por exemplo. Peça para que eles mostrem essas tradições por meio de textos ou desenhos a serem compartilhados com os demais colegas das turmas.

Crianças visitam lares de Curitiba neste sábado em homenagem ao dia dos avós

Olá! A matéria de hoje é sobre as visitas que várias crianças realizaram em lares de idosos, como homenagem ao dia dos avós. Considerando que a competência 9 da BNCC visa exercitar a empatia dos alunos e a competência 10 aborda, entre outras atitudes, as ações solidárias, que tal organizar uma visita com os alunos à alguma instituição? Vocês podem se inspirar na matéria e conhecer um lar de idosos, levando alegria para os moradores, visitar outra instituição, próxima de sua região, ou ainda receber membros da comunidade na escola, para um momento de troca entre gerações. Vocês ainda podem realizar ações solidárias arrecadando doações destinadas às organizações que cuidam de causas sociais.

Aplicativo de envelhecimento preocupa EUA e pode ser investigado pelo FBI

Olá! A matéria de hoje fala sobre a preocupação do governo estadunidense com o aplicativo de envelhecimento facial. A competência 5 da BNCC aborda o uso ético das tecnologias digitais. Sendo assim, converse com os alunos se eles têm cuidado com os mais diversos aplicativos disponíveis, em relação ao fornecimento de dados pessoais. Questione se eles sabem diferenciar quais são seguros para a utilização e quais não são. Explique a eles sobre a importância da segurança de dados na internet e os riscos da superexposição. Para se aprofundar sobre o uso seguro e responsável da internet, recomendados realizar o curso “Educando para Boas Escolhas Online”, disponível na plataforma EAD até o dia 30/07.

Cidade vizinha de Curitiba sofre 3.° terremoto em menos de um mês

Olá!

A dica de hoje foi baseada na matéria que relata o terremoto ocorrido na cidade de Rio Branco do Sul, de 2,3 graus na Escola Richter. A unidade temática Terra e Universo está presente em todos os anos do Ensino Fundamental, na BNCC. Para ajudar os alunos a interpretar os fenômenos naturais, explique o que são as placas tectônicas e como elas modelam a superfície terrestre. Apresente também a tabela da escala Richter e como funciona essa unidade de medida. Problematize: Em quais lugares os terremotos são mais frequentes? Como eles se formam? Faça um diagrama com as possíveis causas e consequências. Para finalizar, proponha que os alunos façam, em um isopor, o globo terrestre, demarcando as placas tectônicas e sinalizando os lugares com maior frequência de terremotos. Deixe os trabalhos visíveis para todos da escola.

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